A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, durante esforço concentrado realizado na sessão ordinária desta terça-feira (07), a Medida Provisória 204/2013, de autoria do Poder Executivo, que define o reajuste salarial para o servidor público do Estado. Na oportunidade, também foram aprovados 15 projetos de Lei e 42 requerimentos. A MP do Governo do Estado foi aprovada com seis emendas dos parlamentares.
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quinta-feira, 9 de maio de 2013
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Ricardo anuncia reajuste de 3% a 16,5% para funcionários estaduais
O governador Ricardo Coutinho anunciou na tarde desta segunda-feira (14) o reajuste salarial dos servidores públicos do Estado em 2013, que varia de 5% a 16,5%, para mais de 87 mil funcionários – o que representa 82% da folha. Para 18% dos servidores, ou seja, 20 mil pessoas, foi anunciado um reajuste básico de 3%. Algumas categorias terão aumento diferenciado, incluindo o magistério, as polícias Civil e Militar e trabalhadores da Saúde.
O reajuste provoca um impacto de 6,4% na folha anual e injetará R$ 188,5 milhões por ano na economia do Estado. Os 65 mil servidores que recebem remuneração de um salário mínimo, entre ativos, inativos e prestadores de serviço, terão um reajuste de 9% a partir de 1º de janeiro.
sábado, 12 de janeiro de 2013
Servidores estaduais vão às ruas cobrar melhorias salariais de RC
Cerca de trinta entidades de representação do funcionalismo público estadual se mobilizam nesta sexta-feira (11) no Parque Solon de Lucena (Lagoa) centro de João Pessoa, para cobrar do governo do estado abertura de dialogo com as diversas categorias dos servidores.
Representantes de entidades criticaram a postura do governador Ricardo Coutinho (PSB) que, segundo eles, é de prepotência e falsas informações.
Eles pretendem pressionar o Governo a apresentar uma tabela de reajuste salarial para todas as categorias, principalmente para as áreas da educação e saúde.
sábado, 26 de maio de 2012
MEC contesta informações sobre piso salarial em universidades
O secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Amaro
Lins, reagiu indignado as informações divulgadas pelo Sindicato
Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), mais
precisamente pela presidente da entidade, Marina Barbosa. “Não há piso
salarial de R$ 557,51. Ninguém mais ganha este salário em uma
universidade federal”.
Segundo o ex-reitor da Universidade Federal de
Pernambuco, apenas 180 professores em um total de 70 mil, recebem R$
1.597,92 por uma jornada de apenas 20 horas. “Com o aumento de 4% mais
a incorporação das gratificações, o menor salário para um professor,
sem nenhum titulo de pós-graduação (doutorado, mestrado ou qualquer
especialização) com uma jornada de 40 horas é de R$ 2.872,85. Um
professor com dedicação exclusiva e título de doutorado recebe um
mínimo superior a R$ 7 mil”, explicou.
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