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sábado, 15 de setembro de 2012

Justiça determina retorno de servidores municipais em greve


Em decisão judicial do desembargador Aderson Silvino nesta sexta-feira foi deferida liminar, suspendendo, em caráter provisório, a greve deflagrada pelo Sindicato dos Servidores de Natal (Sinsenat), e determinando o retorno imediato às atividades de todos os servidores públicos municipais, sob pena da aplicação de multa diária equivalente a R$ 10 mil em desfavor do sindicato demandado.

O secretário municipal de Segurança Pública e Defesa Social, Carlos Paiva, espera que os servidores retornem imediatamente ao trabalho, pois decisão judicial deve ser cumprida e que a Justiça marque o mais breve possível a audiência para definir a questão.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Reunião entre professores grevistas e governo termina sem acordo


A reunião entre representantes do governo e dos professores de instituições federais em greve terminou sem acordo nesta segunda-feira, e a paralisação nacional, que já dura 60 dias, continua. 'Acho que ainda não estamos perto de um acordo', avaliou o secretário de Relações de Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça.
A próxima reunião ocorrerá nesta terça-feira, às 10 horas, informou a assessoria do Planejamento. O governo deverá apresentar uma resposta aos pontos reivindicados pelos grevistas. No encontro de hoje, os representantes do governo, Mendonça e o secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação (MEC), Amaro Lins, 'apenas escutaram' as reivindicações dos sindicatos.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Trabalhadores das universidades públicas no RN paralisaram as atividades


O"virus" da greve contagiou a todas as instituições públicas de ensino superior do Rio Grande do Norte: Uern, UFRN, Ufersa e, por último o IFRN que paralisou 15 campi dia 21 passado e hoje para as atividades no campus de Mossoró. Com a exceção da UFRN, onde somente os servidores administrativos aderiram à greve ficando de fora os professores, nas demais instituições, o movimento atingiu todas as categorias. Na esfera federal, os servidores aderem à greve nacional da educação que já soma mais de 53 Instituições de Ensino Superior com atividades paralisadas no país. De todas as greves, a mais complicada é da Uern que chega hoje a 52 dias sem uma solução em vista.

Desde a deflagração do movimento das instituições federais, no dia 11 de junho até ontem, já são 53 universidades com técnico-administrativos em greve, ou seja, 80 % das universidades federais brasileiras. 

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Greve, instrumento de transformação social

A greve é mais que um direito constitucional e um instrumento legítimo para os trabalhadores cobrarem aumentos salariais, proteção e ampliação de direitos e melhoria das condições de vida em geral.

Um movimento grevista também é um dos principais momentos para elevar a consciência crítica da população. É uma oportunidade de as pessoas se enxergarem como conjunto transformador, e por isso guarda em si potencial de catarse política, de passagem para uma experiência ativa de mudanà §a do mundo social.

Compreendido esse potencial, entende-se porque as greves são tão hostilizadas - embora, e propositalmente, jamais de modo a apontar o verdadeiro temor – pelos patrões em geral e todo o sistema hegemÃ?nico de que dispõem.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Professores da UERN aprovam indicativo de greve


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Reunidos em assembleia realizada na manhã desta quinta-feira, 26, na sede da ADUERN, os professores aprovaram indicativo de greve para o dia 02 de maio. No mesmo dia, às 9h, será realizada outra assembleia para avaliação. 








sexta-feira, 13 de abril de 2012

Professores do Município decidem pela continuidade da greve

Em assembleia realizada nesta sexta-feira (13), os professores do município votaram por unanimidade pela continuidade da greve.  A paralisação dos professores da rede municipal de ensino, iniciada no dia 30 de março, foi considerada ilegal e abusiva. A decisão foi do desembargador Expedito Ferreira, após provocação da Procuradoria Geral do Município (PGM).

A decisão foi tomada em caráter provisório e determina a paralisação do movimento e retorno imediato dos professores, sob pena de multa diária de R$ 10 mil ao Sindicato dos Trabalhadores de Educação (Sinte-RN).

Ainda nesta sexta-feira (13), o Sindicato dos Trabalhadores de Educação enviará um ofício pedindo que a determinação da ilegalidade da greve seja transformada para o período de um mês de conciliação.

Fonte: http://www.dnonline.com.br/app/noticia/cotidiano/2012/04/13/interna_cotidiano,95878/professores-do-municipio-decidem-pela-continuidade-da-greve.shtml