A cúpula de segurança do Governo do Estado se reuniu e anunciou nesta quarta-feira (7) que pretende mostrar imediatos resultados contra os índices de insegurança que assolam o Estado. Entre as medidas está a convocação de todos os policiais que integram a força de segurança potiguar; a aquisição de 50 viaturas que começam a operar a partir do dia 15; a criação de uma delegacia especializada em homicídios e a reestruturação do Instituto Técnico de Polícia, o Itep. Presente à reunião, o governador Robinson Faria realçou que o empenho da equipe é termômetro para medir o sucesso que pretendem alcançar.
Que uma relação sexual segura deve ser acompanhada de preservativo, todo mundo sabe. Mas, em alguns casos, incidentes acontecem e a camisinha pode estourar. Para isso, existe outro método contraceptivo de emergência, também conhecido como pílula do dia seguinte. Com a ajuda de Jennider Wider, especialista em saúde feminina da Cosmo Radio, a Cosmopolitan tirou as principais dúvidas sobre o medicamento. Confira a seguir:
Quando tomar? Há algumas situações em que você pode recorrer à pílula do dia seguinte, como rompimento do preservativo ou cálculo errado do período fértil. Independentemente do caso, o medicamento é eficaz até cinco dias após a relação sexual desprotegida para evitar a gravidez indesejada.
Como funciona? A pílula contém altas doses de hormônios (progesterona, na maioria das vezes) que param a ovulação. Ela dificulta o encontro do espermatozoide com o óvulo e, assim, previne a gravidez.

Qual a sensação de tomar o medicamento? Os efeitos da pílula variam de uma mulher para outra. Há quem apresente fortes efeitos colaterais e há que não sinta nada. Por isso, o ideal é esperar para fazer planos e marcar compromissos dias após tomar o medicamento.
Há efeitos colaterais? Sim. Depois de tomar a pílula, você pode apresentar alguns sintomas desagradáveis em 24 horas, como náuseas, vômitos, dor de cabeça, cansaço e sensibilidade mamária.
