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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Após 3 anos de seca, Paraíba só tem 22% da sua capacidade hídrica

Quase 80% da reserva hídrica da Paraíba já se foram nos últimos três anos de estiagem.
O estado – que está com 859.795.738 m3 de água, ou seja, 22,9% da capacidade – produz 240 milhões de m³ por ano, sendo que 39% (93,6 milhões de m³) são desperdiçados.
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Desse percentual, 19% (17.784 milhões de m³) poderiam ser recuperados se houver aumento de investimentos financeiros pelo Governo Federal.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

PB tem 15 barragens secas e menos de 40% da capacidade de armazenamento

O secretário de Recursos Hídricos da Paraíba, João Azevedo, revelou que o estado está com apenas 40% do armazenamento de água, sendo que 15 barragens estão praticamente secas e outras 35 estão abaixo dos 20% de armazenamento.
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Azevedo afirmou que a situação no interior do Estado, que passou por uma forte seca no ano passado, é preocupante. “Ocorrem apenas chuvas pontuais. As barragens estão começando a tomar um pouco d’água, mas ainda com regiões em estado crítico no estado todo”, colocou.

Entre as barragens controladas pelo estado, 15% estão abaixo dos 5% de armazenamento. “Essas barragens não têm condições de atendimento à população, e ainda temos 35 barragens com menos de 20% e, caso a chuva não chegue com a intensidade que estamos esperando, essas barragens também podem entrar em colapso”, declarou.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Transposição do São Francisco: R$ 8,4 bilhões, e nem uma gota d’água


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em pronunciamento no dia 8 de julho de 2003, referindo-se à transposição do Rio São Francisco, declarou que “não importa se vai vir do Nilo, mas vai chegar. O importante é que devemos a água para uma região empobrecida. Eu agora acabei de fazer um decreto nomeando o meu vice José Alencar para coordenar um grupo de trabalho para fazer definitivamente a transposição das águas para o Nordeste brasileiro”.
Dez anos depois e gastos R$ 8,4 bilhões, os canais não transportam uma gota d’água sequer. É uma obra que leva nada a coisa alguma! Não obstante o discurso ufanista e eleitoreiro do ex-presidente, essa obra é imprópria, cara e megalomaníaca. Não digo que é faraônica, porque seria uma ofensa aos faraós do Antigo Egito, que não teriam a insensatez de construí-la.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Vórtice Ciclônico deverá aumentar a probabilidade de chuvas no Sertão


A chuva deve retornar ao sertão e alto-sertão da Paraíba, mas ainda de forma isolada.
A previsão segundo o físico e meteorologista Rodrigo Cézar Limeira, é de que as condições meteorológicas estejam mais favoráveis entre os dias 12 e 15 deste mês.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Barragem seca e município do RN está completamente sem água


Agora está confirmado. O caos anunciado há muito tempo começa a se concretizar. A Barragem Dinamarca secou nessa terça-feira (29), por volta das 23h. O Município, então, adotou a medida do Exército Brasileiro estipulando a quantidade de água/pessoa de cada residência que pode ser retirada dos chafarizes que são abastecidos pelos carros-pipas.
Ao site TVSN, a Secretaria de Saneamento, Recursos Hídricos e Abastecimento afirmou que está articulando com o Exército para tentar aumentar o contingente de pipeiros e tentando tomar outras medidas emergenciais. O prefeito Urbano Faria está em Brasília, participando do Encontro com Prefeitos e lamentou a notícia, embora, segundo o mesmo, estivesse ciente que isso poderia acontecer a qualquer momento.

domingo, 27 de maio de 2012

Seca arrasa atividades produtivas no semiárido potiguar


Assim como a morte está para a vida, a seca está para o semiárido. A certeza de que ela vai atacar não é novidade. O imperador Dom Pedro II chegou a prometer a última jóia da coroa para salvar o sertanejo em 1877, em uma das estiagens que matou milhares no sertão. Com 147 de seus 167 municípios dentro do chamado "Polígono das Secas", o Rio Grande do Norte acusa o golpe economicamente, em atividades produtivas diretamente ligadas às precipitações. Agricultura, pecuária, apicultura e cajucultura formam um pacote comprometido pela falta d'água. Entretanto, é no aspecto social que o impacto surge mais devastador. A convivência ainda desequilibrada com a seca ceifa mais do que emprego e renda. Mexe com as perspectivas de vida no campo.
 (Eduardo Maia/DN/D.A Press)