O secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Amaro
Lins, disse hoje (2) que a pasta acredita no fim imediato da greve das
universidades, institutos e centros tecnológicos federais. Lins defendeu
a legitimidade da Federação de Sindicatos de Professores de
Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes) para assinar a
proposta apresentada pelo governo, que prevê reajustes de 25% a 40% para
a categoria.
Amaro Lins e o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marco Antônio de Oliveira, disseram que o governo não tem um “plano B” na hipótese de os docentes continuarem em greve após a assinatura do acordo com o Proifes, e que, neste caso, caberia ao Ministério do Planejamento e à Advocacia-Geral da União (AGU) decidir que medidas tomar.
Amaro Lins e o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marco Antônio de Oliveira, disseram que o governo não tem um “plano B” na hipótese de os docentes continuarem em greve após a assinatura do acordo com o Proifes, e que, neste caso, caberia ao Ministério do Planejamento e à Advocacia-Geral da União (AGU) decidir que medidas tomar.